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Os reflexos da crise econômica ocorrida em 1929, a ascensão dos fascismos, a II Guerra Mundial e a Guerra Fria foram acontecimentos que alteraram os processos históricos mundiais. Com a crise de 1929, as fraquezas do capitalismo ficaram expostas, e na década de 1930, houve o fortalecimento dos regimes autoritários, com a ascensão do nazi-fascismo e, no caso do Brasil, o Estado Novo, com o governo de Vargas. Após o fim da II Guerra Mundial, com a derrota alemã, os fascismos perderam terreno e dois blocos passaram a disputar a hegemonia política e econômica mundial: o capitalista, liderado pelos Estados Unidos, e o socialista, pela União Soviética, tendo como consequência a Guerra Fria1.

Entre as décadas de 1930 e 1960, o Brasil passou por algumas modificações decorrentes desses acontecimentos mundiais e de questões políticas internas. A ascensão de Getúlio Vargas, em 1930, ao poder marcou o fim da Primeira República e da política do café com leite2, introduzindo no país investimentos na área industrial, com a implantação de indústrias leves e de base. Nesse período, foram criadas a Companhia Siderúrgica Nacional (1941), a Companhia Vale do Rio Doce (1942), a Fábrica Nacional de Motores (1942), a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (1945), a Petrobrás (1953), dentre outros empreendimentos. Buscava-se modernizar o Brasil em um momento de reconstrução dos países europeus após a II Guerra, o que favorecia a absorção desse tipo de produção industrial. A classe trabalhadora conquistou alguns direitos importantes como a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) em 1943; e também vale destacar o alcance nacional e internacional da música brasileira, sucesso nas rádios e em seus auditórios, com destaque para a Rádio Nacional, fundada em 19363. As iniciativas de expansão industrial, modernização, crescimento e urbanização do país tiveram novo impulso nos anos 1950 durante a presidência de Juscelino Kubistchek (1956-1961)4, que imprimiu forte incentivo à indústria de bens de consumo duráveis, como automóveis e eletrodomésticos, construiu Brasília e transferiu a capital do país para a cidade em 1960.

O antigo Estado do Rio de Janeiro e sua capital também se transformaram nesse período, contando com novas obras de urbanização e de infraestrutura na capital, a intensificação das atividades portuárias e o aumento da comunicação com o interior do estado. A força política de Amaral Peixoto se destacava, e foi seguida pela ascensão de Roberto Silveira, desaparecido, prematuramente, em um acidente de helicóptero em 19615. O ambiente cultural niteroiense também merece ser citado: cinema, música, esportes, bailes e praias eram as formas de lazer de muitos cidadãos. Entre os anos 1940 e 1960 era comum escolas e faculdades promoverem esportes como vôlei, futebol, natação, dentre outros. Em geral, após as competições ocorriam os bailes, como os do Clube Central, aonde muitos jovens iam dançar e namorar6.

No panorama educacional, destacamos a instalação de novas instituições de ensino superior como a Faculdade Fluminense de Medicina Veterinária (1936), Faculdade de Ciências Econômicas (1942), Faculdade de Enfermagem do Estado do Rio de Janeiro (1944), Escola de Serviço Social de Niterói (1945), Faculdade Fluminense de Filosofia (1947) e Faculdade Fluminense de Engenharia (1952)7. Essas unidades de ensino somadas às já existentes Faculdade de Direito, Faculdade de Farmácia e Odontologia e Faculdade Fluminense de Medicina foram federalizadas em 1960, dando origem à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uferj)8. Nesse processo de luta para que Niterói tivesse uma universidade federal, destacaram-se, além de políticos e professores, também o movimento estudantil fluminense, já muito atuante no período; por intermédio da União Fluminense de Estudantes que se empenhou para tal conquista pela atuação efetiva nas tribunas e por atos em prol da universidade.

Destaca-se, contudo, que durante esse período, Niterói passou também por problemas típicos de uma cidade em crescimento, como a pobreza e a favelização. Outros fatos a serem identificados nessa contextualização são o engajamento da população nas lutas contra a péssima qualidade do serviço hidroviário em 1959, episódio conhecido como “Quebra-quebra das Barcas”9, e o trágico incêndio do circo em 1961, que vitimou muitas vidas10.

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Notas

1 DORIGO, Gianpaolo; VICENTINO, Cláudio. História geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2005. p. 379-589.
2 Cabe destacar a continuidade da fragilidade da política e da democracia no país. Após governar de 1930 a 1936, Vargas instaurou uma ditadura entre 1937 até 1945. De 1946 até 1951, a presidência esteve com Eurico Gaspar, retornando a Vargas em 1951, agora eleito nas urnas. Governou até 1954, quando se suicidou. Em seu lugar assumiu Café Filho (1954-1955), seguido por JK (1956-1961). Cf. DORIGO; VICENTINO, 2005, p. 379-589.
3 SAROLDI, Luiz Carlos; MOREIRA, Sonia Virginia. Rádio Nacional: o Brasil em sintonia. Rio de Janeiro: Funarte, 1984.
4 O slogan do governo JK era “50 Anos em 5” e visou ser um marco de modernização. Cf. DORIGO; VICENTINO, 2005, p. 379-589.
5 SOARES, Emmanuel de B. Macedo de. História política do Estado do Rio de Janeiro (1889-1975). Niterói: Imprensa Oficial, 1987. p. 64.
6 SERVOLO, Caio. A glória dos Clubes Niteroienses. [2012?]. Disponível em: <http://onictheroy.blogspot.com.br/2010/06/gloria-dos-clubes-niteroienses.html>. Acesso em: 15 abr. 2013.
7 VIEIRA, J. Ribas. A Universidade Federal Fluminense: de um projeto adiado a sua consolidação institucional, subsídios para uma interpretação. Niterói: UFF, CEUFF, 1985. p. 28-29.
8 Também foram federalizadas e compuseram a Uferj: A Faculdade de Direito de Niterói, a Faculdade Fluminense de Medicina e a Faculdade de Farmácia e Odontologia do Estado do Rio de Janeiro. Cf. VIEIRA, 1985, p. 28-29.
IDENTIDADES DO RIO. Migração e Imigração: O caso Niterói (1888-1950). Disponível em: <http://www.pensario.uff.br/video/migracao-imigracao-caso-de-niteroi-18881950.html>.  Acesso em: 16 abr. 2013.
10 BLOG DE NITERÓI. Incêndio do Circo de Niterói (1961). Disponível em: <http://nitsites.com.br/blog/incendio-circo.html>. Acesso em: 16 abr. 2013.

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