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A federalização da Escola de Enfermagem do Estado do Rio de Janeiro e sua integração à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uferj)

Quando os anos de 1960 chegaram – período da constituição da Uferj pela Lei 3.848 de 18-12-1960, a escola estava financeiramente arrasada, mas com o rendimento escolar satisfatório. A Escola de Enfermagem foi agregada à Uferj pela lei 3.958 de 13 de setembro de 1961. As disputas em torno do processo de federalização eram muitas, e as enfermeiras, além da luta pelo enquadramento federal, pleiteavam melhores salários e o pagamento dos atrasados. Em 1961, o governador Celso Peçanha e sua esposa Hilka Peçanha lançaram uma campanha de apoio à Escola de Enfermagem, pedindo à sociedade que lhe restaurasse o crédito e ajudasse a pagar a dívida; foi também nesse ano a cessão, desta vez pela Prefeitura, de uma nova área de 1.110 metros quadrados localizada na Rua Doutor Celestino, onde seria construída a futura sede da Escola de Enfermagem1.

O ano de 1961 foi impactante para a população de Niterói, em consequência da morte do governador Roberto Silveira em janeiro e do incêndio do Gran Circo Americano em dezembro. O incêndio do circo pegou a cidade de surpresa porque não existia rede hospitalar apropriada para o atendimento aos feridos, porém a população foi generosa, contribuindo com doações e auxiliando as estudantes da Escola de Enfermagem, que se constituíram em líderes da prestação de socorro aos feridos e vítimas do incêndio, ao lado dos estudantes do curso de Medicina da Uferj que igualmente pressionaram os governantes pela abertura do Hospital Antônio Pedro e posteriormente a sua incorporação à Uferj. Destacamos que, no mês de março daquele mesmo ano, já havia ocorrido uma greve no Hospital Antônio Pedro, onde as enfermeiras substituíram os médicos emergencialmente2.

A partir da agregação à Uferj, as mudanças na Escola de Enfermagem logo se fizeram notar, embora os problemas financeiros não tivessem sido totalmente sanados. O plano de carreira deu um novo status aos servidores e nesses primeiros anos promoviam-se com sucesso os estágios em saúde pública, realizados no Centro de Saúde de São Lourenço, no Posto de Saúde do Morro do Maruí e no de Santa Rosa e em hospitais como o Antônio Pedro, Marítimos e Azevedo Lima; todos em Niterói3, e no Rio de Janeiro, nos hospitais dos Servidores, Figueiredo Magalhães e também no Instituto de Psiquiatria do Brasil.

Em 1963, o reitor Deoclécio Dantas de Araujo transformou o Antônio Pedro em Hospital de Clínicas, facilitando os trabalhos da escola que passava a contar com uma excelente opção para realizar estágios e trabalhos de campo4. No ano seguinte, as negociações com a Prefeitura de Niterói para a incorporação e doação do Hospital Antônio Pedro foram finalizadas e coube à Escola de Enfermagem da Uferj o desafio de organizar o Serviço de Enfermagem do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap). As estudantes desse período relembram a importância do estágio, sobretudo no Huap, onde professores e estudantes trocavam muitas experiências nas aulas práticas; este estágio era obrigatório para obtenção do diploma de Enfermagem5.

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Notas

1 PAULA, Maria de Fátima. A Universidade Federal Fluminense no cenário do Estado do Rio de Janeiro. Florianópolis: Insular, 2008, p. 40.

2 FERNANDES, Cléa Alves de Figueiredo. A História da Escola de Enfermagem do Rio de Janeiro (1944-1964) UFERJ. Niterói: [s.n.], 1964. p. 36-37.

3 FERNANDES, 1964, p. 38.

4 FERNANDES, 1964, p. 40.

5 AURORA...,1994.

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