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A UFERJ, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, em 05 de novembro de 1965 passou a ser denominada Universidade Federal Fluminense - UFF, mudança realizada a partir da aprovação lei Federal 4.831. Isto é reflexo de que a Universidade ainda não estava profundamente identificada com o Estado do Rio de Janeiro, identificação que ganhou impulso a partir dos anos seguintes.

Mas a mudança de nome também se insere no conjunto da política educacional federal implementada desde 1964; esta visou atender aos critérios de eficiência administrativa e de custos1, além de transformar as universidades brasileiras em formadoras de técnicos profissionalizados, deixando-as assim afastadas do perfil de fomentadoras e formadoras de reflexões críticas. O país vivia os primeiros anos do golpe militar de 1964 e neste contexto, vale destacar que a participação do movimento estudantil perdeu forças, motivados pela lei Suplicy de Saraiva e pela incessante repressão militar2.

Após alguns anos de turbulência, a recém-renomeada UFF viveu anos de intensa modernização. Tais iniciativas foram lideradas pelo Professor Manoel Barreto Netto, Reitor de 1966 a 1970. Durante o referido período, os objetivos foram dotar a Universidade de melhor infraestrutura física, ampliar seus cursos e reestruturá-la administrativamente, em consonância com o processo de Reforma Universitária em curso3. Dentro do conjunto de modificações e modernização se incluiu a organização de departamentos de ensino e as primeiras discussões e medidas para a criação dos centros de ensino que tiveram as medidas preconizadas em 19674 e implementadas logo a seguir.

Já entre as conquistas realizadas no ano de 1968 é preciso destacar a criação da Escola de Engenharia Metalúrgica da UFF na cidade de Volta Redonda, conforme o parecer 90/69 de 8 de fevereiro de 1968, assim como a instalação da Reitoria na Rua Miguel de Frias, n° 9, onde outrora funcionou o Casino Icarahy. Neste mesmo ano, o Cine Arte UFF iniciou as atividades5.

Em 1969 a UFF teve aprovado pelo Conselho Federal de Educação o seu novo estatuto6 e já contava com um quantitativo de onze mil estudantes. A Reforma Universitária, inspirada no modelo educacional norte-americano, extinguiu as antigas cátedras e proporcionou a integração de áreas que desenvolviam ensino e pesquisa em comum. Também extinguiu as antigas faculdades de Ciências e Letras, além de aprovar as matrículas por disciplinas. A UFF neste contexto de modernização organizou alguns órgãos importantes tais como: Conselho Universitário, Conselho de Curadores e Conselho de Ensino e Pesquisa. Foram também criados órgãos igualmente subordinados ao gabinete do Reitor, entre eles: Administração Geral Escolar, Assistência Social, Núcleo de Processamento de Dados, Imprensa Universitária, Educação Física e Divisão de Orientação Alimentar7.

O processo inicial de modernização da UFF e a Reforma Universitária deram a Universidade um novo perfil. Mais moderna e em fase de crescimento, a UFF inaugurou a partir de1969 novos prédios no Valonguinho e também iniciou a implementação de comissões permanentes importantes como a COPERTIDE - Comissão Permanente de Regime de Tempo Integral e a COMPEG - Comissão Executiva de Pesquisa e Pós Graduação, esta alavancou a criação dos programas de Pós Graduação na década posterior8. Neste período, a UFF permaneceu voltada para o Grande Rio9, principalmente para Niterói, se caracterizando como prestadora de serviços para a população, destaca-se neste sentido o papel importante do Hospital Antônio Pedro e a sua emergência, primeira ação no sentido de prestação de serviços à comunidade do entorno10.

 


Notas

1 VIEIRA, J. Ribas. A Universidade Federal Fluminense: de um projeto adiado a sua consolidação institucional, subsídios para uma interpretação. Niterói:[s.n.], 1985, p.74-81.

2 VIEIRA, J. Ribas. (1985, p.74-81).
3 VIEIRA, J. Ribas. (1985, p.74-81).
4 VIEIRA, J. Ribas. (1985, p.74-81).
5 CORTE Andrea T.; MARTINS, Ismênia de Lima. 50 anos UFF- 1960-2010. Universidade Federal Fluminense. Niterói: Eduff, 2010, p.38-47.
6 PAULA, Maria de Fátima de. Histórico. In: PAULA, Maria de Fátima de. A Universidade Federal Fluminense no cenário do Estado do Rio de Janeiro. Florianópolis: Ed Insular, 2008.
7 CORTE Andrea T.; MARTINS, Ismênia de Lima. (2010, p.38-47).
8 CORTE Andrea T.; MARTINS, Ismênia de Lima. (2010, p.38-47).
9 CORTE Andrea T.; MARTINS, Ismênia de Lima. (2010, p.38-47).
10 CORTE Andrea T.; MARTINS, Ismênia de Lima. (2010, p.38-47).

Referências
CORTE Andrea T.; MARTINS, Ismênia de Lima. 50 anos UFF- 1960-2010: Universidade Federal Fluminense. Niterói: Eduff, 2010.
PAULA, Maria de Fátima de. A Universidade Federal Fluminense no cenário do Estado do Rio de Janeiro. Florianópolis: Ed Insular, 2008.
VIEIRA, J. Ribas. A Universidade Federal Fluminense: de um projeto adiado a sua consolidação institucional, subsídios para uma interpretação. Niterói:[s.n.], 1985.

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