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1 O Núcleo de Processamento de Dados da Universidade Federal Fluminense

A década de 1970 foi marcada pelo crescimento da informatização do Brasil, por meio da empresa norte-americana, chamada International Business Machines (IBM). Seguindo esse fluxo, em julho de 1970, o Instituto de Matemática da UFF acolheu o Núcleo de Processamento de Dados (NPD), baseado nesta empresa, composto por um computador IBM 1130 modelo 2 B, com 8k de memória e uma impressora IMB 1132 e uma leitora/perfuradora de cartões IBM 1442, visando assistir a universidade nas áreas de ensino, pesquisas, administração escolar1.
Esse novo núcleo, por meio de demonstrações periódicas, despertou o interesse de alunos e professores da universidade e de alunos do ensino médio na área da computação eletrônica. Com o tempo, conforme a demanda por parte de professores e alunos, foram criados cursos extras, principalmente em Fortran (família de linguagem da computação), dando-lhes condições de utilizar o computador para fins acadêmicos como projetos, teses, pesquisas2.
O software concedido pela IBM continha programas que não necessitavam de um conhecimento de programação como Stress (aplicação da engenharia civil), Congo (civil e topografia, solução de problemas de coordenadas geométricas) e o Load-Flow (cálculo de fluxos de cargas em sistemas de energia elétrica). É importante ressaltar que o uso dessa tecnologia representou um grande avanço na área do vestibular, facilitando bastante a organização das inscrições e matrículas. Nesse mesmo período foi desenvolvido um sistema de Folha de Pagamento para professores e funcionários técnico-administrativos. No segundo semestre de 1972, devido ao sucesso do centro e objetivando uma modernização para acompanhar o desenvolvimento tecnológico pelo qual o Brasil estava passando, o NPD recebe um espaço maior, dividido em áreas para atendimento a alunos e salas para análise, programação, computação e periféricos3.
Em 1973, a demanda aumentou ainda mais, e a tecnologia oferecida pelo NPD começou a não comportar a quantidade de trabalhos, além de demonstrar atraso (lentidão, pouca memória), gerando insatisfação na comunidade universitária que passou a pedir melhores recursos. É a partir desse momento que a UFF recorre à Comissão de Coordenação do Processamento Eletrônico (Capre), do Ministério do Planejamento, buscando aprovação para adquirir um equipamento de maior porte. E uma comissão de usuários e técnicos visando debater a respeito dos problemas da área é instituída4.
De 1975 a 1976, o NPD é definido como órgão suplementar da estrutura da universidade, e seu regimento foi aprovado através da resolução 136/75. Por meio do NPD e liderada pela Capre, a UFF envolve-se num trabalho objetivando implantar um Centro Regional de Computação que atenderia atividades de ensino e pesquisa do Grande Rio. O número de funcionários aumentou de dez para 23, muitos deles frutos dos próprios cursos oferecidos pela UFF5.
Nos anos de 1977 e 1978, por meio de um convênio Capre/Finep, a UFF obtém um equipamento de médio porte, com o objetivo de melhorar a funcionalidade, o novo computador, e tudo o que continha nele foi enviado para a Academia Militar das Agulhas Negras. Era implantado no NPD um sistema de Account, que consentia aos professores e alunos acessar, de forma individual, o sistema, por meio da abertura de uma conta a fim de controlar a utilização6.
Em 1981, a comissão permanente de Assessoramento do Programa Nacional de Centros da Informática (PNCI) torna formal a transferência de equipamentos e disponibiliza à UFF, em regime de comodato pelo Banco do Brasil, novos equipamentos. O Instituto de Física consegue da Secretaria Especial de Informática (SEI) a autorização para obter um minicomputador nacional. Devido ao acordo de comodato, em 1982 o NPD recebe um equipamento mais avançado, com mais memória e outros recursos, possibilitando um avanço tecnológico, porém ainda muito aquém da tecnologia brasileira7.

2 A Superintendência de Tecnologia e Informação da Universidade Federal Fluminense

Entre os anos de 1983 e 1985, o NPD adquiriu novos equipamentos, devolveu alguns, mas avançou significativamente no quesito tecnologia e instalação de unidades colaboradoras. Naquele momento foi criada a área de Organização e Métodos, sob supervisão do assistente do diretor do NPD. No ano de 1988, mesmo com todas as dificuldades, escassez de recursos, proibição de novas contratações e muitas outras mais, o NPD conquistou melhorias nos recursos computacionais, espalhou mais a cultura da informática, ampliou na UFF a rede de terminais conectados aos seus computadores de grande porte e implantou a tecnologia on-line para o desenvolvimento de suas aplicações8.
Na esfera de ensino e pesquisa, o NPD criou o Laboratório de Atendimento aos Professores, Pesquisadores e Alunos de Pós-Graduação, Graduação e Extensão, com apoio da gestão do reitor Hildiberto Ramos Cavalcanti de Albuquerque Júnior e do pró-reitor de Planejamento Luiz Pedro Antunes (1986-1990). Em abril de 1988, foi inaugurada a sala de cursos do NPD com capacidade de 25 alunos, equipada com microcomputador compatível com o PCXT e terminais de vídeo, conferida para uso compartilhado, pelo diretor do Instituto de Matemática Cícero Mauro Fialho Rodrigues. Em 1989, o NPD já contava com 31 softwares instalados à disposição de professores e pesquisadores e com um Sistema Integrado Acadêmico, visando acompanhar de maneira rápida e segura toda a vida acadêmica dos alunos, incluindo dados pessoais, plano de estudos, currículo do curso, cadastro de disciplinas, desempenho acadêmico, dentre outros. E, de fato, logrou êxito, facilitando bastante a vida dos discentes9.
Já no início dos anos 1990, contava também com primeira versão de sistemas on-line com tecnologia de hardware IBM e os softwares Supra, Mantis e Cobol10. Durante essa década, se deu em todo país a intensificação da informatização, culminando em pouco tempo com a informatização de sistemas. Também, a partir de 1995, a UFF, por meio do NPD, estabeleceu na Reitoria a rede de fibra ótica, que logo a seguir articulou-se à Rede Rio. Essa inovação foi importante para a universidade porque permitiu a interligação e melhor comunicação entre os campi, inclusive com o interior. O NTI foi o núcleo que realizou o estabelecimento de toda a rede de telefonia da universidade.
Desta forma, o NTI passou a ser constituído pelos seguintes setores: Diretoria-Geral, Assessoria de Projetos, uma Secretaria-Geral, um Apoio Administrativo, uma Comissão de Desenvolvimento de Novas Tecnologias, uma Comissão de Concursos e Serviços, duas gerências, uma Assessoria de Suporte ao Banco de Dados, seis divisões com 18 serviços. Criado como órgão técnico, tinha por finalidade assessorar o reitor e os órgãos competentes nos assuntos relacionados a informática, comunicação de dados e de voz no âmbito da UFF, como o gerenciamento dos recursos das redes de computadores; desenvolvimento e manutenção de sistemas computacionais de interesse da universidade; implantação de recursos computacionais de comunicação de dados, voz e imagem compatíveis com informatização das atividades acadêmico-administrativas da universidade, permitindo sua agilização e o seu acompanhamento pelos usuários interessados; manutenção preventiva e corretiva dos sistemas e equipamentos computacionais; execução de atividades, programas e/ou projetos de pesquisa e desenvolvimento, bem como manter relacionamento de cooperação e intercâmbio técnico-científico com entidades, nacionais e internacionais, mediante convênios, contratos e demais acordos pertinentes, dentre outras atividades da área11.
Em 2011, dentro do contexto de reestruturação da universidade, através da Decisão nº 38/2011 e pela Resolução nº 15/2011, ambas de 27 de abril de 2011, do Egrégio Conselho Universitário, o Núcleo de Tecnologia passa a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), criada pela portaria nº 44.338, de 31 de março de 2011, a partir das Decisões GAR nº 07/2010, de 13 de outubro de 2010, e nº 01/2011, devido à fragmentação da Proplan12.
A STI ficou responsável por administrar a infraestrutura de software e hardware da universidade, além de projetar e pôr em prática a política de informática da UFF. Além disso, deve pesquisar, desenvolver, executar e participar de projetos em tecnologia de informação e serviços de informática tanto dentro da UFF, como em associação com municípios e estados, além de conseguir recursos por meio de projetos, consultoria e serviços em TI, função que cumpre até os dias atuais13.
Por fim, destaca-se a parceria entre a UFF e a Prefeitura de Niterói que, em parceria, realizam projetos na área. Um dos exemplos dessa parceria é a execução do projeto Niterói Digital que passou a oferecer o sinal de WiFi em praças da cidade, para oferecer inclusão digital aos moradores da cidade.


Notas


1UFF. Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos (PROAC). Catálogo geral. Niterói, 1985, p. 18-23.
2UFF, 1985, p. 18-23.
3UFF, 1985, p. 18-23.
4UFF, 1985, p. 18-23.
5UNIVERSIDADE Federal Fluminense. Indicador da estrutura organizacional da Universidade Federal Fluminense. Niterói: CEUFF, 1978.
6UFF, 1985, p. 18-23.
7UFF, 1985, p. 18-23.
8UFF, 1985, p. 18-23.
9UFF. Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos (PROAC). Catálogo geral. Niterói, 1991, p. 34.
10UFF. Pró-Reitoria de Planejamento (PROPLAN). Proposta de reestruturação organizacional e tecnológica do Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2005, p. 5-8.
11UFF. Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos (PROAC). Catálogo geral. Niterói, 1991, p. 28.
12UFF. Gabinete do Reitor (GAR). Portaria nº 45 247, de 21 de julho de 2011. Ratifica e aprova a reestruturação administrativa da STI. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 21 jul. 2011.
13UFF. Superintendência de Tecnologia da Informação (STI). Atribuições da Superintendência de Tecnologia e Informação e os setores que a compõem. Disponível em: <http://www.sti.uff.br/sites/default/files/STI%20-%20Atribui%C3%A7%C3%B5es.pdf>. Acesso em: 3 nov. 2014.

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